A obesidade é uma doença crônica, que afeta um número elevado de pessoas por todo o mundo. A Organização Mundial de Saúde aponta a obesidade como um dos maiores problemas de saúde pública no mundo. A projeção é que, em 2025, cerca de 2,3 bilhões de adultos estejam com sobrepeso; e mais de 700 milhões, obesos. O número de crianças com sobrepeso e obesidade no mundo poderia chegar a 75 milhões, caso nada seja feito. O Brasil tem cerca de 18 milhões de pessoas consideradas obesas. Somando o total de indivíduos acima do peso, o montante chega a 70 milhões, o dobro de há três décadas.

Esses números reforçam a necessidade de encarar a obesidade como doença crônica e que deve ser tratada com seriedade e por profissionais qualificados.

A Dra. Elaine Dias cuida de seus pacientes com muito respeito, seriedade e compreensão, ela tem uma grande experiência em tratamento para sobrepeso e obesidade.

A obesidade é diagnosticada através do cálculo do Índice de Massa Corporal (IMC). Ele é feito da seguinte forma: divide-se o peso (em Kg) do paciente pela sua altura (em metros) elevada ao quadrado. De acordo com o padrão utilizado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), quando o resultado fica entre 18,5 e 24,9, o peso é considerado normal. Entre 25,0 e 29,9, sobrepeso, e acima deste valor, a pessoa é considerada obesa. A obesidade mórbida é quando o valor do IMC ultrapassa 40. Nesse caso, o tratamento inicial além das mudanças de estilo de vida sempre inclui medicamentos e até cirurgia bariátrica pode ser recomendada.

A obesidade é fator de risco para uma série de doenças, como hipertensão, doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2, além de problemas físicos como artrose, apneia do sono, pedra na vesícula, artrite, cansaço e refluxo esofágico. Pode aumentar a chance de câncer de intestino, vesícula, fígado, útero, mama e próstata. E também está relacionada à redução da testosterona, o que pode levar a redução de libido e a problemas de ereção nos homens. Já nas mulheres, existe uma redução dos níveis de hormônio feminino e aumento no nível dos masculinizantes. As mulheres têm aumento de pelos, irregularidade menstrual e redução da fertilidade.

A obesidade geralmente mexe com fatores psicológicos, acarretando diminuição da autoestima, depressão e muitas frustações.

São muitas as causas da obesidade. O excesso de peso pode estar ligado ao patrimônio genético da pessoa, a maus hábitos alimentares ou, por exemplo, a disfunções endócrinas. Por isso, na hora de pensar em emagrecer, procure um médico com título de especialista pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia.

 

Algumas dicas para ter uma vida mais saudável e atingir o seu peso ideal:

  1. Procure distinguir entre fome e desejo;
  2. Resista aos desejos – não os inclua em sua lista de compras;
  3. Não tenha sonhos impossíveis em relação ao peso – estabeleça objetivos realistas;
  4. Concentre-se em seu comportamento e não no peso (não se pese com frequência);
  5. Viver as emoções ao invés de descontá-las nos alimentos;
  6. Diferenciar entre fome e compulsão ou “gula”
  7. Quando pegar um alimento para comer perguntar se é fome ou não.
  8. Envolva a família para que eles apoiem e auxiliem o seu tratamento, evitando insistir no preparo de alimentos inadequados e não ridicularizando suas atitudes e esforços